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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

ATLAS em Carne e Osso vai aparecer em Sampa

Gente, imperdível! Baleia novamente em São Paulo!!
 

Lugar legal, hora ótima!! Eu e Neusa estaremos lá!!

Baleia volta a Sampa para o lançamento da versão física de ATLAS, com um livro ilustrado de 32 páginas by Lisa Akerman, ampliando o universo do álbum.

Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro, 1000 Tel. 3397-4002
 

04 de setembro (domingo)
Abertura: 17h30 - 

Início do show: 18h
 

Inteira: R$ 25,00 - Meia: R$ 12,50
 

Classificação: Livre - Confirme presença aqui.
https://www.facebook.com/events/1823751171189045/


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Aziz Medalha de Ouro



Amigos, notem bem a verdadeira maratona deste meu amigo!

Grande Aziz!!!!
Obrigadíssimo pela honrosa menção.
Eu nada mais fiz senão admirar meus novos amigos, heróis olímpicos, sim, em suas missões quase impossíveis, audaciosamente indo onde nenhum amante do esporte jamais esteve!
Admirável!!!
Eis o log de sua verdadeira aventura olímpica!!


✅59 eventos
✅ 37 esportes (de um total de 42)
✅ 32 instalações (TODAS)
✅ 59 medalhas de ouro
✅ 54 competições com brasileiros, com 28 vitórias
✅ 8 medalhas brasileiras (3 de ouro, 2 de prata e 3 de bronze)
✅ 8 recordes olímpicos e 3 recordes mundiais
✅ Quase todos os mitos presentes na Rio 2016: Michael Phelps (EUA, Natação), Usain Bolt (Jamaica, Atletismo), Novak Djokovic (Sérvia, Tênis) e Serena Williams (EUA, Tênis), Teddy Riner (França, Judô), Simone Biles (EUA, Ginástica Artística), Katie Ledecky (EUA, Natação), Cris Froome e Mark Cavendish (Grã-Bretanha, Ciclismo), Walsh (EUA, Vôlei de Praia), Marta e Neymar (Brasil, Futebol), Robert Scheidt (Brasil, Vela), Serginho e Bernardinho (Brasil, Vôlei) Saori Yoshida (Japão, Luta Livre), "Dream Team" (EUA, Basquete Masculino), Equipe Americana feminina de 8 com (EUA, Remo), Dueto Russo (Nado Sincronizado), Seleção Brasileira de Vôlei Feminino
✅ Eventos importantes com Brasil: Futebol masculino e feminino, Vôlei masculino e feminino, Handebol masculino e feminino, Basquete masculino e feminino, Polo Aquático Masculino e Feminino, Equipe Feminina de Ginástica Artística, Agatha e Bárbara, Martina Grael e Kahena Kunze, Isaquias Queiroz, Robson Conceição, Arthur Zanetti, Robert Scheidt, Yane Marques, Álvaro "Doda" de Miranda, Marcelo Melo e Bruno Soares, Thomás Belucci, Juliana Veloso, Fabiana Murer,
✅ Todos os dias com eventos olímpicos (de 03/08 a 21/08)
✅ 7 eventos no mesmo dia (6a feira, dia 12/08 - Golfe, Badminton, Judô, Saltos Ornamentais, Polo Aquático e Natação)
✅ Todas as áreas olímpicas no mesmo dia (5a feira dia 18/08, Canoagem Velocidade na Lagoa/área Copacabana, Ciclismo BMX no Parque Radical/área Deodoro, Saltos Ornamentais e Luta Livre no Parque Olímpico/área Barra da Tijuca e Vôlei no Maracanãzinho/área Maracanã)
✅ Todos os 41 copos temáticos (e pelo menos o triplo de cerveja consumida)
✅ 3 casas temáticas (nessas eu queria ter ido mais. Vou aproveitar pra visitar nas próximas semanas as que continuarão abertas)
✅ 2 noitadas olímpicas + 2 passeios no Boulevard Olímpico.

Hoje me sinto realizado. Um ano e meio de planejamento pra curtir a Rio 2016 e posso dizer que o resultado superou muito minhas expectativas.

Gostaria de agradecer a todos os amigos que de alguma forma me ajudaram a curtir de maneira tão intensa esse evento único. Minha esposa Bianca Alves pela compreensão e por segurar as pontas nos momentos de ausência (e obviamente pela adorável companhia nos eventos que fomos juntos). A galera que me acompanhou nas partidas. A galera que me deu várias dicas, em especial a turma dos almoços de 3a da Petrobras - Thiago, Fernando, Anderson, Renato e o convidado permanente Homero. Até os amigos que me "perturbaram" durante o período da olimpíada para arrumar/vender ingressos em cima da hora ou passar dicas (estava muito corrido e não consegui dar a devida atenção a todos, mas espero sinceramente que de alguma forma tenha ajudado). A todos que acompanharam minha saga por aqui e pelo WhatsApp e que me motivaram a registrar os momentos que passei.

Tenho certeza que não teria aproveitado tanto sem vocês.

Veni, vidi, vici

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Venha à Bienal de São Paulo!

Mais uma Bienal em São Paulo!

Renata Ventura estará lá, e convida!!

Quem for, clica aqui e confirma presença!

 Eu e Neusa estaremos lá, nos dias 27 e 28! 

Se ainda não conhece A Arma Escarlate, veja aqui:
http://blogdohomerix.blogspot.com.br/2011/08/arma-escarlate.html

Sempre é tempo de entrar no mundo que ela criou!


O doodle do Google

Hoje o Facebook me lembrou deste post de 5 anos atrás.
Válido republicá-lo, em homenagem ao matemático!!
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No dia 25 de janeiro de 2011, o Google, através do seu Doodle, inspirou-me a escrever um post sobre o aniversário do de São Paulo. O desenho era uma homenagem a Tom Jobim, que faria aniversário na mesma data, e lembrava o RIo de Janeiro. Ironicamente uma imagem do Rio me fez escrever sobre São Paulo. O post a que me refiro é este:



Os já tradicionais Doodles do Google são a forma que a gigante companhia usa para homenagear fatos que acontecem, celebridades mortas que aniversariam. Duvido que nenhum de vocês não tenha notado sua existência. Faz parte já do folclore da rede! E eles são muito criativos. No último Dia dos Pais, a homenagem foi muito singela, com a troca do 'L' por uma gravata. E note que eles fazem isso adaptado às datas do país. Da mesma forma que Tom Jobim foi homenageado apenas no Brasi, o Dia dos Pais só é celebrado no 2º domingo de agosto no Brasil. Na maioria dos países, ele é comemorado no 3º domingo de junho, inclusive nos EUA. O Dia da Mães é comemorado no 2º domingo de maio em vários países, inclusive EUA e China, portanto, quase 2 bilhões de humanos usam a mesma data.

Em 17 de agosto de 2011, ao abrir Google, como faço, sempre que preciso de alguma informação, deparei-me com um Doodle diferente, e com uma citação genial!



A coisa funciona assim: quando se quer saber o significado da celebração, passa-se o mouse por sobre o Doodle, e aparece a explicação. Eu estava reconhecendo a equação, mas não me lembrava exatamente. Neste caso, apareceu a seguinte citação:
"Eu tenho uma demonstração realmente maravilhosa para esta proposição, mas este doodle é muito pequeno para contê-la". 

E aí lembrei: O Último Teorema de Fermat. Puxa, lamentável eu não ter lembrado de cara, afinal trata-se de um livro que eu li há uns 10 anos, e está em meu perfil, no blog. O matemático escrevia suas idéias nas margens dos livros que lia, e disse exatamente isto: 
"Eu tenho uma demonstração realmente maravilhosa para esta proposição, mas esta margem é muito pequena para contê-la".  

E ficou nisso, como ele não escreveu a demonstração, morreu,  niguém ficou sabendo, e a proposição levou 300 anos para ser provada, em 1994.

c.q.d.

Genial ou não, o Doodle da vez?  

No caso, a razão da homenagem é a data de nascimento do matemático, Pierre de Fermat, em 1611.

Interessante notar que não se reconheceria tratar-se de uma representação da palavra Google, não fosse a presença do G estilizado que sempre nos recebe ao abrir esse programa fundamental a praticamente qualquer atividade humana, de lazer ou trabalho, hoje em dia. 





sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Revolver ... revolvendo tudo

Há 50 anos, era lançado Revolver, pelos Beatles!
Hora de relembrar meu post sobre um dos melhores discos dos Beatles, 
de dois anos atrás,com Dona Mira ainda entre nós... 
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Meu antigo carro ficou com Neusa, mas ela pouco anda. Usamos quando levamos Dona Mira pra passear, pois ela fica mais confortável. E também quando precisamos de espaço, como quando a Baleia precisou de carona ao aeroporto. Aquele porta-malas é o máximo! Ideal para bandas que vão viajar! Mas o fato é que ele pouco anda. Então peguei esses primeiros dias de férias e usei-o um pouco!! O bom é que ele tem um equipamento que eu não tenho mais no meu: um tocador de CDs! Sabe, aquela bolachinha de plástico que está em desuso, infelizmente? No meu carro novo, por exemplo, só tem uma portinha USB. Enfim, para esses passeios com vovó, até a Barra por exemplo, Renata mantém um pequeno estoque de CDs no porta-luvas. E fixou em uma única banda: The Beatles! Bom gosto dela, não?

Enfim, o CD que estava no aparelho desta vez era Revolver, de 1966. Há quanto tempo não o ouvia! Que coisa maravilhosa! Algumas particularidades / curiosidades que podem não querer dizer nada para 99% da população, mas falo assim mesmo, enfim
  1. É o primeiro LP Beatle que tem 3 canções de George Harrison (Taxman, Love You To e I Want To Tell You), que foi o máximo que ele teve em sua carreira beatle... Bem, na verdade ele produziu 4 canções no Álbum Branco (1968), mas como era um álbum duplo, eu considero duas-por-bolacha, portanto Revolver ganhou! Além disso, Taxman teve a primazia de abrir um álbum Beatle, a única vez que George teve essa honra. As outras composições do disco são 6 de Paul e 5 de John, claro as 11 com o selo Lennon/McCartney (detalhes da parceria aqui, neste post). Uma das composições de Paul era Yellow Submarine, cantada por Ringo, que sempre teve garantida sua participação, mesmo compondo pouquíssimo.
  2. É o primeiro LP Beatle único do ano. Os Beatles acostumaram seus fãs com 2 LPs por ano desde 1963. Em 1966, foi só Revolver;
  3. É o primeiro LP a não ter fotos dos Beatles especialmente tiradas, na capa. Tem sim um maravilhoso desenho dos 4, obra de Klaus Voorman, um alemão amigo da banda desde os primórdios de Hamburgo! Além de várias fotos menores dos artistas em outros momentos;
  4. É o primeiro LP em que nenhuma de suas canções foi tocada ao vivo pelos Beatles. A última canção de LP tocada ao vivo foi Nowhere Man, do LP Rubber Soul, de 1965. Da época das gravações de Revolver, eles tocaram Paperback Writermas esta foi lançada apenas em compacto;
  5. É o primeiro a ser um dos LPs considerados como o Melhor dos Beatles em muitas listas, rivalizando com Abbey Road, Sgt Peppers e Álbum Branco;
  6. É o primeiro LP a apresentar a tecnologia ADT (Authomatic Double Tracking). Lennon estava cansado de dublar a própria voz nas gravações, e 'encomendou algo diferente! Ken Thousend, engenheiro de som da EMI deu um jeito e inventou o ADT!
  7. É um LP que tem uma de suas músicas consideradas como um breakthrouh, Tomorrow Never Knows, de Lennon, em que o músico, inspirado em viagens de LSD, queria implantar ideias mirabolantes no seio da canção. Queria que sua voz soasse como um monge do alto de um mosteiro. E o fez, com a aquiescência de George Martin. Ela tem um acorde só.... uma batida só (Ringo fundamental!) .... hipnotizante, psicodélico, inovador, precursor. Segundo Felipe, o último disco do Radiohead não existiria sem Tomorrow Never Knows
É pouco?

É sempre bom celebrar, enaltecer, reverenciar!!!


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Atlas, CD, Livro, Mapa ?!!!

Entrevidta ao site
Tenho Mais Discos Que Amigos
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Formada em 2010, época em que ficou conhecida por seus covers jazzísticos de canções pop, a Baleia despontou de vez como uma das boas novidades do cenário alternativo nacional em 2013, com o disco de estreia Quebra Azul. Numa época em que gêneros são separados e definidos à perfeição, como encaixes circulares, a banda carioca está mais para um cubo – sua sonoridade rica e expansiva não permitindo que o sexteto fique restrito só ao rock, ao pop, ou à erudição completa.


Atlas, disponibilizado nas plataformas digitais em março deste ano, segue trilhando o caminho desafiador pavimentado por Quebra Azul. Liricamente impactante, infinitamente atraente, e executado com paixão da primeira à última nota, o quebra-cabeça está prestes a receber sua versão física.

Mas não é como se um CD em uma caixa fosse suficiente para contar toda a história de um dos melhores discos do ano. Em parceria com a designer e ilustradora Lisa Akerman, a banda desenvolveu um livro com 32 páginas que expandem o universo de Atlas, além de um mapa. O álbum-livro, como vem sendo chamado, estará disponível no site oficial da banda no dia 29 de agosto.


Aproveitamos a fase final de preparação antes do lançamento para conversar com Gabriel Vaz, vocalista e compositor da Baleia. 

Leia abaixo!

TMDQA!: Vocês já disponibilizaram o Atlas nos serviços de streaming e ele vai ser lançado em formato físico no dia 29 de agosto. Mas além do CD, vocês estão incluindo um livro e um mapa que dialogam com o conteúdo das músicas. Qual a ideia por trás dessa reimaginação do lançamento físico do disco?
Gabriel: Quisemos fazer algo um pouco maior do que simplesmente botar o CD numa caixa. Primeiro porque a mídia do CD é uma coisa que já não faz mais sentido – aí pensamos “bom, vamos fazer algo maior, que tenha valor material de verdade”. Gravamos todo o instrumental antes, sem letra, então deu muito tempo para irmos pensando, entendendo e sentindo o que eram o lugar e o universo do disco. Desde sempre ele veio surgindo como uma coisa mais coesa. O conceito de lugar que disco habita, as histórias, as temáticas… foi tudo mais enredado. E tínhamos a ideia de transformar ele num universo, com habitantes, que tivesse dimensão estética e gráfica, além do som. Eu considero o livro uma parte complementar da obra, não só um adendo. É um portal para o público ter um entendimento mais profundo desse conceito que quisemos trazer.
TMDQA!: O álbum tem uma sonoridade muito expansiva e ambiciosa: ouvindo ele, parecia que eu tava numa peça da Broadway ou assistindo um filme de art house… são muitas texturas e alguns instrumentos são até difíceis de identificar. Como rolou o processo de gravação?
Gabriel: Foi muito engraçado porque, de certa forma, o caminho até o disco pronto se desenvolveu muito naturalmente. Quando lançamos o Quebra Azul (2013) achávamos que ainda estávamos num caminho incompleto, descobrindo muitas coisas, então estávamos em ponto de bala querendo fazer algo novo. Nos isolamos por dez dias em um sítio para gravar todos os instrumentais, levantamos as músicas em pouco tempo. Foi muito intenso. E para nós, não nos distanciamos dele com o Atlas – por mais que pareça que há uma certa quebra, foi uma espécie de continuação. Fomos influenciados por situações difíceis. 2015 foi um ano difícil para a humanidade, portanto existia esse espirito combativo, intenso, explosivo, de ‘chute na porta’, que acabou impresso no resultado final. O nome do disco não é à toa: Atlas é um titã da mitologia grega, condenado a segurar os céus nos ombros.
TMDQA!: E o resultado foi o que vocês esperavam? Planejavam desde o início que o disco tivesse essa densidade de detalhes?
Gabriel: Não pensamos muito sobre como ele seria. A ideia inicial era utilizar menos elementos, seguindo a filosofia do ‘menos é mais’. Mas no final das contas isso foi por água abaixo. É um disco que precisávamos botar para fora, e ele tem muita informação porque é um produto dessa era do excesso de informação. Mas chegamos à conclusão de que o terceiro álbum será bem, bem mais tranquilo (risos).

TMDQA!: Entre o lançamento digital do Atlas, em março, e o físico, no fim de agosto, vai haver um intervalo de cinco meses. Isso está se dando pelo custo da produção do álbum-livro, é uma estratégia de marketing, ou apenas uma opção de vocês?
Gabriel: Esse intervalo não foi necessariamente pré-concebido. É uma ideia que custa e demanda tempo, a ser levantada com recursos de uma banda que não é necessariamente mainstream. Somos uma banda pequena no meio alternativo. E pra gente pode até ser bom, vamos lançá-lo de novo com um complemento, apresentando o outro lado do disco em uma outra dimensão conceitual. Acho legal, porque o álbum se transformou num objeto artístico com desenhos e coisas que você pode ter em mãos, das quais você pode se apropriar.
TMDQA!: Que artistas ou bandas inspiraram vocês durante a composição desse disco? Eu, particularmente, consigo ouvir desde Arcade Fire e Radiohead até Marisa Monte e Arnaldo Antunes.
Gabriel: Existem bandas que não necessariamente influenciam a gente o tempo inteiro, mas que abriram nossa cabeça pro que queremos fazer, e devemos muito a elas. Radiohead é uma das maiores influências, porque cada um de nós veio de um lugar diferente igual eles. Nós nos inspiramos não necessariamente na música, mas no pensamento e na forma de trabalhar. Grizzly Bear, Caetano Veloso… a liberdade na qual esses artistas se colocam é admirável. A nível de universo lírico, acho que a maior influência é o autor português Valter Hugo Mãe. Eu e minha irmã costumávamos ler ele o tempo todo.
TMDQA!: O quão viável é ser uma banda alternativa no Brasil em 2016?
Gabriel: É muito gratificante. Também é foda mas, aqui no Rio, 2016 tá foda pra todo mundo. Temos muita sorte porque viemos de famílias estabelecidas. Temos outros pequenos trabalhos por fora, e sempre tivemos a possibilidade de reinvestir o dinheiro que a banda ganhava nela mesma. Começamos a tirar dinheiro para nós só esse ano. Então um dos fatores de estarmos onde estamos é que investimos nela, buscamos fazer as coisas com qualidade. E como tivemos a sorte de poder dedicar todo o dinheiro nela, a coisa tá começando a andar com as próprias pernas. Mas exige muito tempo e muito amor. Tem que se unir e ter muita boa vontade.
TMDQA!: E o que a Baleia está planejando para o resto do ano?
Gabriel: Vamos fazer mais shows. Tem a segunda leva da turnêzinha do Atlas, e alguns projetos que não posso dizer ainda.
TMDQA!: Você tem mais discos que amigos?
Gabriel: Eu sem dúvida alguma tenho mais discos que amigos! Aliás, sempre adorei o nome do site de vocês. É mais fácil ter discos bons que amigos bons.