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sábado, 14 de outubro de 2023

Sapiens e o parto do Homo Idem

No post ...


 
... eu apresentei minha resenha de um livro sensacional. e disse que se houvesse interesse, eu iria apresentar alguns extratos de texto que me chamaram a atenção. Minha previsão de 'sucesso' do post foi acertada. Até hoje foram poucas dezenas de acessos (70) e poucas unidades de comentários (8, sendo 4 no blog e 4 fora dele).... o que não seria motivador para eu continuar meu esforço.
Mas em respeito aos poucos e atentos leitores (dois que nunca apareceram antes!!!) , vou fazê-lo....

A primeira coisa que me surpreendeu foi uma explicação da diferença entre homens e animais quanto à maturidade do recém-nascido. Vemos uma égua dar parto a uma eguinha e vê-la caminhando em poucas horas, enquanto nós precisamos de cuidados por meses a fio (ou anos .... ou décadas para alguns) antes de ter alguma autonomia.

Vejam só:

:



























Sabiam? Eu, não!!  Seleção natural sempre!!


E ele segue no tema... No parágrafo seguinte, o começo da razão para uma outra frase da contracapa do livro.

"Harari sabe escrever de verdade, com gosto, clareza, elegância e um olhar clínico para a metáfora."



















Ainda não se animaram?

 






3 comentários:

  1. Esses extratos me lembraram um outro livro que li ainda adolescente: "O Macaco Nu" (The Naked Ape) que também analisa o animal humano e sua evolução como espécie. Uma dos aspectos humanos que mais chamava a atenção na narrativa é o fato de sermos uma das poucas espécies de mamíferos terrestre desprovida (ou com pouca cobertura) de pelos.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Macaco_Nu

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  2. E não se enganem. Estamos em plena evolução. Que tipo de animais seremos daqui a um milhão de anos (isto é, se não nos destruirmos antes...)?

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  3. Homerix, o tema me agrada e vou ler esse livro assim que me desvencilhar dos outros que estão na fila...
    Porém, aproveitando a oportunidade transcrevo um texto de Frei Beto que li no livro Conversa sobre a fé e a ciência, que mostra que o "homo sapiens" continua sua evolução: "O meu pai dizia: 'Levanta para dar lugar aos mais velhos', e o velho não se sentia ofendido. Agora a gente inventa eufemismos: a melhor idade, a terceira idade. Outro dia vi uma Kombi cheia de velhinhos, onde estava escrito na lataria: Aqui vai a turma da 'dign/idade'. Tenho uma proposta eufemística para essa questão, chamar de turma da 'eterna idade', já que nós estamos mais próximos dela. Quando eu era menino, criança era uma pessoa de 0 a 11 anos; adolescente de 11 a 18; e jovem de 18 a 30; adulto, de 30 a 50; e de 50 em diante, velho. Agora, criança é de 0 a 20, depende do pai e da mãe; adolescente é de 20 a 40, não sabe bem que curso faz, casa e descasa, aquela insegurança total; e jovem, de 40 em diante: 70, 80,90, 100, todo mundo é jovem..."
    É para descontrair, hehehehe. Abraço. Desiderio.

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